martes, 22 de noviembre de 2016

ESPANHA E BRASIL AJUDAM VENTAS DA GLINTT


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A nosa participada Glintt  fechou os primeiros nove meses do ano com um resultado líquido de 804 mil euros, uma ligeira melhoria de 1,2% face ao mesmo período do ano passado.

O volume de negócios situou-se em 49,7 milhões de euros, um crescimento de 8,4% face ao mesmo período de 2015. A tecnológica refere que esta "evolução deve-se quer à actividade doméstica quer à actividade internacional, em particular nas geografias Espanha e Brasil, verificando-se um contributo dos mercados internacionais de 28% do volume de negócios total".

De Janeiro a Setembro a Glintt teve um lucro operacional (EBITDA) de 5,9 milhões de euros, o que traduz uma subida de 8,9%. A margem EBITDA foi de 11,9%, um valor em linha ao registado no ano anterior (11,8%).

No comunicado enviado à CMVM a empresa sublinha que ao longo deste ano "tem vindo a prosseguir a implementação da nova estratégia definida pelo Conselho de Administração em 2015, nomeadamente, o plano de Organização Corporativa e das Áreas de Negócio", o qual "dotou a empresa de uma estrutura mais eficiente nas vertentes societária, dirigente e operacional, permitindo em simultâneo, alavancar o crescimento da actividade e aumentar a competitividade no mercado, com menores custos de funcionamento e suporte".

Do ponto de vista de mercado, a Glintt reforça que "irá manter o foco no sector da Saúde – em especial Farmácias e Hospitais".

Quanto à vendas dos activos fixos que compõem a Central Fotovoltaica da Horta das Figueiras, em Évora (da Glintt Energy) à Capwatt II – Heat Power, S.A., uma participada da Sonae Capital, adianta que "deverá ser concretizada até 31 de Dezembro de 2016, estando no entanto sujeita à verificação de um conjunto de condições precedentes".

"Caso a venda ocorra nessa data o preço global acordado da transacção será 2.650.000 Euros, valor que está, contudo, sujeito a ajustamento nos termos do contrato", refere.